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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Estabilidade dos 4m's - Métodos

Sem métodos estudados, discutidos, concordados e padronizados é praticamente impossível estabilizar a produção para que a mesma possa fluir e o cliente “puxar”.
Dentro dos países sul-americanos, a cultura de padronização (na maior parte dos casos) é fraca, o que muitas vezes acaba se tornando causa de instabilidade, improdutividade e, por consequência, ineficiência e mesmo problemas de qualidade no produto.

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Em minha experiência na área industrial tive a oportunidade de conversar com muitos gestores. De uma forma geral, o termo “padronização” é mal visto e mal entendido. De uma forma ou de outra a conversa sempre chega em “padronizar é engessar”.
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Legado da era Taylor-Ford, onde a padronização de métodos era realizada por um engenheiro de tempos e métodos (um planeja, outro produz), o termo padronização muitas vezes tem sentido pejorativo na indústria nacional, mas a padronização proposta dentro do TPS visa “ter com o que comparar”. Ao se desenvolverem padrões, sempre uma equipe multifuncional deve estar envolvida.

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“Pessoas diferentes, de atividades diferentes pensam diferente sobre um tema comum”.
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No Japão, o termo padrão não tem esse sentido pejorativo. Tem justamente o sentido de ser uma base para comparação (o que está certo e o que está errado).
Métodos precisam ser padronizados para que se haja previsibilidade e, acima de tudo, para que haja segurança (e daí a importância de ao se definir um método envolver pessoas de conhecimentos diferentes, por exemplo um técnico em segurança do trabalho).
Qual a forma correta de se padronizar métodos e processos? Essa pergunta não é facilmente respondida, de forma genérica, pois cada tipo de indústria, segmento, condição, pessoal e recursos são diferentes, mas bons exemplos de padronizações de atividades são:
 - Vídeos de instrução, que podem ser gravados com o próprio pessoal que produz;
 - Instruções em papel, demonstrando passo-a-passo em fotografias ou desenhos o modo de se realizar aquela atividade;

 - Fluxogramas;
 - Instruções escritas.
Textos longos não são recomendados para se elaborar uma instrução de trabalho, pois em fábrica poucas pessoas o leem e, a nível de eficiência na transmissão de informação, dos exemplos citados é o menor.
Mas como fazer uma boa instrução de trabalho? Se seguirmos esses passos básicos teremos clareza na elaboração.
 - O que e como fazer? Descreve-se passo a passo a atividade a ser feita;
 - Por que fazer? O motivo de aquela atividade ser feita daquela forma;
 - Quais são os pontos de principal atenção? Pontos-chaves do produto, que se não fizer daquele jeito provavelmente teremos problemas.
 - Quais as ferramentas adequadas? Apontar as ferramentas consideradas adequadas.
 - Quais são os equipamentos de segurança pessoal e coletivos a serem utilizados?
 - Qual o tempo de referência da atividade? Este deve ser apresentado pelos cronoanalistas e equipe de métodos e processos. É o tempo adequado para a realização da atividade, com base no qual poderão ser medidas a produtividade e a eficiência.


Uma instrução deve ser simples, qualquer pessoa que a leia deveria entendê-la e saber executar a atividade. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Estabilidade dos 4m's - Mão-de-obra


Se a mão-de-obra que produz os produtos não for nivelada no que tange às competências teremos imprevisibilidade da produção, tanto no que toca a produtividade e eficiência quanto à qualidade dos produtos. É necessário que quem for fazer tal serviço tenha os conhecimentos e habilidades necessários à realização. Nesse ponto, vale à pena citar o item 7.1.6 da ISO 9001:2015:
“A organização deve determinar o conhecimento necessário para a operação dos processos e para atingir a conformidade de produtos e serviços. Esse conhecimento deve ser mantido e disponibilizado na extensão necessária. Quando abordadas novas mudanças e tendências, a organização deve considerar seu conhecimento atual e determinar como adquirir ou acessar as necessidades de conhecimentos adicionais e atualizações requeridas.

Veja também: Como funciona o sistema Kanban

NOTA 1 O conhecimento organizacional é o conhecimento específico para a organização; ele é adquirido pela experiência. É a informação que é usada e compartilhada para atingir os objetivos da organização.
NOTA 2 Conhecimento organizacional pode ser baseado em fontes internas (por exemplo: propriedade intelectual, conhecimentos adquiridos com a experiência; lições aprendidas com os fracassos e projetos bem-sucedidos; captação e compartilhamento de conhecimento e experiência em situação não documentada; os resultados de melhorias em processos, produtos e serviços); fontes externas (por exemplo: normas, academia, conferências, compilação de conhecimentos com clientes ou fornecedores externos).”
Note que nesse item existe uma preocupação com o conhecimento específico necessário para se realizar as atividades. É o conhecimento necessário para que todos os colaboradores possam produzir de forma padronizada, em produtividade e em qualidade padronizada.
Conhecimento é um dos componentes da competência e para gestão destes, uma excelente ferramenta dentro de um processo é a conhecida Matriz de Competências, que gere o nível de competências de cada colaborador, sendo que o ideal é que todos tenham o mesmo nível.


Exemplos de ações para nivelar mão-de-obra:
 - Treinamento e avaliação constante de funcionários novatos juntamente com funcionários experientes e hábeis;
 - Reunião diária de divulgação de resultados e feedback;

 - Observação e entendimento de dificuldades/ melhoria de processos.

Continue lendo AQUI

Porque o Heijunka DEVE vir antes da implantação do Kanban

Heijunka é um dos pilares da produção enxuta. Trata da estabilidade, mas também de flexibilização da produção tão sonhada a níveis brasileiros.
Tomemos uma situação hipotética.
Em uma determinada fábrica produzimos os produtos X e Y.  Nosso cliente nos enviou o seguinte plano de coleta para os próximos 10 dias:



É notável que, para cada quantidade de X serão coletadas duas quantidades de Y, nesse ponto já percebemos um padrão.
Segundo a equipe de cronoanalistas e o pessoal de métodos e processos, o tempo padrão do produto Y é 10% maior do que o do produto X.
A fim de economizar tempo em ajuste de máquinas, o gerente de produção decide que o produto X será feito no primeiro turno de cada dia, enquanto que o produto Y será produzido no segundo turno.
As máquinas onde esses produtos serão produzidos raramente passam por manutenção preventiva, pois como são novas o gerente não viu a necessidade de se parar a produção para se fazer uma manutenção preventiva. Também não há um estudo de tempo médio entre falhas. Perde-se ainda um tempo valioso devido falta de organização das ferramentas.
A mão-de-obra que irá produzir esses produtos, em parte são bem experientes, alguns com mais de 10 anos na função, mas também existe uma boa parcela de pessoal novato. Os métodos utilizados para se produzir acabam variando de pessoa para pessoa, pois quem é mais experiente já conhece todos os segredos da produção desses itens enquanto os novatos ainda possuem bastantes dúvidas e cometem erros. Como o ambiente não foi bem planejado, acidentes de trabalho e lesões por esforço repetitivo são constantes, o que ocasiona falta de pessoal por doença ou ferimentos.
Os materiais utilizados para produzir os itens X e Y em geral apresentam alguns problemas de qualidade. Na maior parte das vezes são detectados antes de se fixar no produto final. É difícil de se encontrar cada um dos componentes desse produto no almoxarifado. No posto de trabalho não existe uma padronização com relação à localização desses materiais.
Avaliando o OEE dessa fábrica, verificamos números muito abaixo da média nacional e do segmento. Em geral atrasam entregas para o cliente, mesmo fazendo horas extras esporadicamente. Os resultados não vão bem e o custo industrial está alto.

VIDEO: COMO CALCULAR O OEE.



O Heijunka, conforme mencionado, visa nivelar e flexibilizar a produção para que a mesma possa FLUIR.
No exemplo acima temos uma situação onde a fluência da produção é extremamente difícil. Vejamos esses motivos:
 - Falta de estabilidade nos 4m’s;
 - Falta de nivelamento do plano de produção;
 - Falta dos 5S’s;

 - Falta de troca rápida de ferramentas;

Na sequência, continuaremos explicando para chegarmos à situação ideal.



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Mura e Muri - Perdas Invisíveis

Mura – O termo “mura” refere-se à falta de regularidade na produção, o qual o heijunka (que será tratado à frente) visa reduzir. Um exemplo clássico de mura é uma produção em dois turnos, onde o primeiro turno trabalhe itens mais complexos e o segundo turno com itens mais simples de se produzir, ou seja, itens de tempos de produção extremamente discrepantes. Outro exemplo é um plano de produção extremamente oscilante.
Falta de regularidade


Muri – “Muri” significa “coisa difícil de fazer” e, em geral é efeito da causa “falta de planejamento” ou “planejamento inadequado”.


Difícil de fazer

De uma forma geral, mura e muri estão interligados de forma bastante forte à muda, pois todos estão correlacionados, geram ou são efeitos de perdas e falta de planejamento.

Para transporte das 6 caixas de um ponto A para um ponto B, temos algumas situações possíveis.


1° – 6 viagens, 1 caixa por vez. Essa situação implica num grande “muda”, diretamente atrelado à perda movimentação, pois seria possível fazer o trabalho utilizando menos tempo e, como sabemos, tempo é dinheiro.
2° - 1 viagem com 3 caixas (sobrecarga de 300 kg) + 1 viagem com 2 caixas (abaixo da capacidade mas com bom aproveitamento) + 1 viagem com 1 caixa (bem abaixo da capacidade). Temos um mura.
3° - 2 viagens com 3 caixas cada (sobrecarga de 300 kg em cada viagem). Temos um muri.
4° - 3 viagens, cada uma com 2 caixas (bom aproveitamento da capacidade da empilhadeira).

A primeira situação está claramente envolvida com a perda “movimentação” e seria algo desinteligente em se proceder, salvo a empilhadeira estivesse com limitações.
Na segunda situação, temos 1 sobrecarga em uma viagem, o que pode gerar danos ao equipamento e possibilidade de acidentes, além de quê, ainda serão necessárias outras viagens.
Na terceira opção, temos uma reduzida movimentação, mas temos grande chance de danificar o equipamento e/ ou de se gerar um acidente.
A quarta opção, tecnicamente seria a melhor pois teria melhor aproveitamento do equipamento por viagem.
Nesse video podemos verificar algumas das principais perdas da produção:


Como determinar a Política da Qualidade?


Antes de se entrar em qualquer requisito normativo, a política da qualidade deve nascer do planejamento estratégico. Em minha experiência como consultor/ auditor, já me deparei com muitas situações em que, durante a fase de implantação do SGQ, a empresa está focada unicamente em atender "atributivamente" os requisitos normativos e isso é um ERRO!

A norma ISO 9001 (seja versão 2008, seja versão 2015) é uma norma de eficácia, ou seja, colocando em outras palavras, é uma norma em que o que "interessa" é que se entregue o resultado planejado, diferente de normas de eficiência, onde toda a concepção, planejamento, recursos utilizados, menor custo, melhores técnicas e outras abordagens são necessários.

Mas então o que é o correto? Primeiramente, é importante ressaltar que o que menciona a norma com relação à política da qualidade não contradiz as recomendações que aqui serão passadas para uma melhor eficiência. Em segundo, ficam algumas recomendações, algumas perguntas a se fazer antes de se fixar uma política da qualidade:

 - A que se destina a empresa? Qual o propósito de existência? Em que mercado estamos? Quais são nossos clientes principais? Quais são nossos menores clientes? Estamos focando ainda nesse mercado e nesses clientes? Nosso mercado é puramente nacional? (Missão)

 - Onde queremos chegar em um curto prazo? Onde queremos chegar em médio prazo? E  a longo prazo? Nosso mercado abrangerá outros países? Procuramos outros clientes? Queremos obter posição de destaque no mercado? (Visão)

 - Quais são os valores éticos e morais que estamos nos baseando? Temos responsabilidade social e ambiental? Desejamos ter? Desejamos melhorar nesses quesitos?

 - Queremos ser mais competitivos? Queremos reduzir custos? Temos estratégias para isso? Meus processos estão mapeados?

Conheça mais sobre mapeamento de processos AQUI.

 - Queremos trocar o porte da empresa (micro para média, média para grande ou o inverso)?

 - Tenho pessoal qualificado e equipamento necessário para todas essas mudanças? Tenho plano de treinamentos?

Agora vejamos o que a norma nos diz com relação à política da qualidade:

5.2.1 Desenvolvimento da Política da Qualidade
A Alta Direção deve estabelecer, implementar e manter uma política de qualidade que:
a) seja apropriada ao propósito e contexto da organização e dê suporte ao direcionamento estratégico;
b) forneça uma estrutura para definição dos objetivos da qualidade;
c) inclua um comprometimento com o atendimento dos requisitos aplicáveis;
d) inclua um comprometimento com a melhoria contínua do Sistema de Gestão da Qualidade.

Os requisitos referentes à política da qualidade não diferem estruturalmente/ conceitualmente do que propõe a versão 2008 da norma. Uma política da qualidade, para estar de acordo com os requisitos da norma devem incluir em sua estrutura todos os requisitos mencionados em 5.2.1, no entanto, para uma política não ser meramente um texto nas paredes das organizações, recomenda-se que a mesma nasça a partir de um planejamento estratégico, onde são verificados “visão, missão e valores”.

Conheça nosso site: http://www.austenitect.com/

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Mapeamento de Processos


O que a norma ISO 9001 2015 diz sobre o mapeamento de processos?

A organização deve estabelecer, implementar, manter e melhorar continuamente o Sistema de Gestão da Qualidade, incluindo os processos necessários, suas interações, em conformidade com os requisitos desta Norma Internacional. A organização deve determinar os processos necessários para o Sistema de Gestão da Qualidade e sua aplicação através da organização e deve:
a) determinar as entradas requeridas e saídas esperadas para esses processos;
b) determinar a sequência e interação desses processos;
c) determinar e aplicar os critérios, métodos (incluindo monitoramento, medições e indicadores para relatar a performance), necessários para assegurar a efetiva operação e controle desses processos;
d) determinar os recursos necessários desses processos e assegurar sua disponibilidade;
e) atribuir as responsabilidades e autoridades desses processos;
f) abordar os riscos e oportunidades determinados de acordo com os requisitos de 6.1;
g) avaliar esses processos e implementar as mudanças necessárias para assegurar que esses processos alcancem os resultados pretendidos;
h) melhorar os processos e o sistema de gestão da qualidade.
Basicamente, o único requisito que difere estruturalmente da versão 2008 é o “f)”, onde a norma especifica a abordagem de riscos.

Nos demais, estamos falando basicamente do planejamento do sgq, englobando todos os processos da organização, suas entradas e saídas planejadas, a sequência e interação entre os mesmos, formas de monitoramento e medição, recursos necessários, quem será responsável por o quê, avaliação, mudanças quando necessário e melhorias. 

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Notícias: Ideal Work certificada ISO 9001

É com grande prazer que anunciamos que a Ideal Work, a maior fabricante de uniformes do Brasil foi certificada na norma ISO 9001. Fruto de um excelente trabalho realizado em uma parceria entre os gestores e a Austenite - Consultoria e cursos especializados.


Atuando desde 1974, a Ideal Work vem se modernizando e inovando para oferecer soluções inteligentes e completas para a proteção e autoestima do trabalhador.
Na década de 70, quando o uniforme no Brasil era apenas uma padronização para o trabalho, sem qualquer referência de design ou de segurança a Ideal Work já participava ativamente desta mudança conceitual, pensando em uniformes que, além de proteger o trabalhador na sua atividade específica, ampliassem sua autoestima e refletissem a identidade da empresa.
Em 2004, a Ideal Work passou a oferecer EPI’s, complementando os uniformes e vestimentas antichama. Dois anos depois, ingressou no nicho de moda executiva com a marca DuploR, reconhecida no mercado por seu design e qualidade.
Em 2006 fundou a Ideal Work Consultoria e Projetos de Engenharia, consolidando os serviços de proteção contra quedas e de engenharia elétrica em uma empresa especializada. Em 2011 passou a atuar também em segurança e saúde do trabalho, desenvolvendo projetos pioneiros no Brasil e no exterior.
Atualmente é líder brasileira em seu segmento e uma das maiores empresas do setor na América Latina.
A empresa agora se prepara para a migração para a versão 2015 da ISO 9001 em suas unidades, trabalho que também será conduzido pela Austenite.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Curso de Autocad

Dica de hoje.
Link do curso: CLIQUE AQUI

No Curso de AutoCAD você irá aprender como utilizar o software de projetos mais incrível do mundo. São várias aulas que ensinarão você passo-a-passo como utilizar os recursos e as ferramentas disponíveis no AutoCAD. Além disso, você contará com conteúdo extra em vídeo e uma versão gratuita do software para aprender na prática.

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Ambiente de aula
Com o ambiente de aula da WFour Cursos você irá aprender de maneira interativa e dinâmica. Além disso, você terá acesso ilimitado ao conteúdo, podendo estudar no seu próprio horário e sem restrições. 24 horas por dia, 7 dias por semana.
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Certificado digital
Após o término do curso você terá direito de receber gratuitamente o Certificado de Conclusão Digital da WFour Cursos. Ele servirá como comprovante que você realizou o curso completo. Assim, você poderá incluí-lo em seu currículo para aumentar suas oportunidades de emprego.
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Conteúdo
A carga horária do Curso de AutoCAD é de 50 horas. Abaixo você pode ver o conteúdo que você irá aprender durante todo o curso.
​CAD - Computer Aided Design
Ferramentas de seleção, visualização e precisão
Comandos de construção
Ferramentas de edição
Pontos e superfícies
Coordenadas
Criando bibliotecas básicas
AutoCAD 3D
Modelagens 3D - Arame
Modelagens 3D - Superfície
Modelagens 3D - Sólida
Desenho arquitetônico
Planificação de objetos
Recuperando arquivos
Projeto Viário
Terraplanagem
Loteamentos
Layers
Textos e blocos
Comandos e dimensão
Formatando o estilo de dimensionamento

Link do curso: CLIQUE AQUI



Sem mensalidades | Sem taxas adicionais

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Você sabe utilizar um Diagrama de Blocos?

Trecho do curso FMEA - Uma ferramenta para abordagem e redução de riscos.

(...) Todo tipo de informação relevante para com o produto, sistema, subsistema ou componente precisam ser abordados na fase inicial do DFMEA, bem como os requisitos funcionais.

É importante determinar:
  - Com quais processos, componentes e/ou sistemas o produto fará interface?
 - Existem características do produto que está sendo alvo do DFMEA que possam afetar outros componentes, subsistemas ou sistemas?
 - Este produto depende (para correto funcionamento) de entrada de informação ou outras alimentações provindas de outros produtos, sistemas ou subsistemas.
 - Existem saídas desse produto que são necessárias ao funcionamento correto de outro produto, subsistema ou sistema?
 - As funções desse produto incluem detecção ou prevenção de modos de falha em um sistema ou componente associado?

Justamente nesse ponto, o diagrama de blocos pode ser de grande utilidade.
O diagrama de blocos tem por objetivo compreender todas as entradas, funções desempenhadas e saídas de um sistema, subsistema ou componente. Hoje podemos encontrar uma verdadeira infinidade de modelos de diagramas de blocos, mas baseando-se no texto em negrito, à nível didático, entendamos esse exemplo simples de diagrama de blocos para um subsistema igualmente simples, que é composto por um eixo, um rolamento e um mancal.


Nesse diagrama é fácil verificarmos as interações entre os componentes e transferências de esforços. Podemos verificar o escopo do estudo no diagrama de blocos, que está dentro da linha de fronteira e também é possível ver algumas interações com essa fronteira. Conforme mencionado, existe uma infinidade de modelos, mas o mais importante nessa etapa é entender efetivamente a interação entre os componentes, subsistema e/ ou sistemas.