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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Processo

Definição segundo a norma ISO9000:2015 – “conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas que transformam insumos (entradas) em produtos (saídas).”

Ou seja, processo é toda aquela atividade que pega algo, faz algo e transforma em alguma coisa, seja essa coisa física, intelectual ou de serviço. Entendamos:

Um processo tem entrada e saída e também tem algo que é feito entre elas, ainda que não haja uma “transformação” de materiais.

Muitas pessoas enxergam como processo somente aquilo que produz, mas a definição vai muito além disso. Recursos Humanos é um processo? Sim. Tem várias entradas (solicitação de contratação, solicitação de treinamento, solicitação de avaliação, etc.). Após efetuarem suas atividades tem as saídas (pessoal contratado, pessoal treinado, avaliação de pessoas, etc.). Transporte é um processo? Sim, é só imaginarmos o que está envolvido e logo entenderemos.

Podemos classificar os processos, em primeira instância, de duas formas:

MACRO PROCESSO: Uma empresa pode ser enxergada como um macro-processo (um processo enxergado como uma grande máquina, onde entra tal coisa e sai tal coisa transformada) . Entendamos:

FÁBRICA DE BOLOS                                        

 

Cronoanálise e cronometragem processo

MICRO-PROCESSO: Cada processo pertencente à empresa pode ser classificado como micro-processo para avaliação.

Cronoanálise e cronometragem curso


Note que quando tratamos dessa forma e a produção seja inter-relacionada, a saída de um processo é a entrada de outro.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A indústria brasileira voltará a crescer?

Clique AQUI
Essa opinião reflete uma junção de visões de muitos empresários de diversos segmentos da indústria nacional.
Sim, o Brasil voltará a crescer, e antes do que se imagina.

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“Já esperamos um trimestre positivo, crescimento já no primeiro de 2017. (...) E [com] o crescimento acelerando em 2017, no qual o quarto trimestre de 2017, comparado com o quatro trimestre de 2016, esperamos um crescimento de 2%", afirmou o ministro Henrique Meirelles, em entrevista em Davos (Suíça), onde ele participou do Fórum Econômico Mundial.
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A retomada da confiança no Brasil já se dá, aos poucos, desde o segundo semestre de 2016, onde alguns setores já começaram a reagir.
Com a liberação dos inativos do FGTS em 2017, espera-se que grande parte dos contribuintes paguem dívidas. À partir daí é uma reação em cadeia, pois com a inadimplência menor, as taxas de juros bancárias tendem a reduzir devido à redução de riscos, e por consequência, injeta-se capital na economia.

Uma grande "carta na manga" que o governo poderia usar entre 2017 e 2018, desde que se comprove o crescimento previsto por Meirelles e as taxas de juros caiam, seria a redução do IPI, pois isso traria um novo "boom" na indústria automotiva, qual movimenta quase todos os segmentos presentes no Brasil.

Esse é o momento do profissional brasileiro se qualificar e se preparar para grandes resultados. Profissionais de racionalização industrial (cronometristas, cronoanalistas, técnicos de processos, analistas de tempos e métodos, etc.) já estão sendo cotados para esse novo ciclo da economia, pois hoje ninguém mais quer ter uma empresa cheia de desperdícios e com custo elevado.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Os 7 passos da análise de tempos e métodos CORRETA

Um belo dia te chega uma ordem da gerência: "Precisamos padronizar nossa fábrica, reduzir custos, melhorar os processos, diminuir os tempos, etc."

E aí? Por onde começar?

Quando se fala da padronização de um método ou mesmo de um processo completo, pressupõe-se que, o que será padronizado, será mediante o resultado de um profundo estudo de tempos e métodos, de cronometragem e cronoanálise. O melhor método deveria ser adotado e padronizado.

Curso de Cronoanálise: Clique AQUI.

O estudo de tempos e métodos e a cronoanálise podem determinar o sucesso ou o insucesso de uma indústria manufatureira e, portanto, deve ser feito por pessoas altamente qualificadas, os melhores profissionais possíveis. Nesse artigo, pretendo abordar os principais passos do estudo de tempos e métodos e da cronoanálise.

1° Observação do processo (macro-processo ou micro-processo): A observação de um processo por algumas horas pode te levar a ter conclusões brilhantes mesmo sem entrar em qualquer método de cálculo ou de análise gráfica. Vá para o GEMBA (chão de fábrica), observe, se necessário por horas, verifique tudo o que acontece ao longo do tempo, como a atividade é feita, quais são as perdas envolvidas, o que "grossamente" está pedindo uma melhoria imediata, o que está correto e o que está errado. Enfim, observar.

2° Determinação dos elementos de trabalho: Da atividade que está sendo observada, o quanto mais pudermos reparti-la, tornando cada atividade que compõe o método uma atividade singular, o deveríamos fazer para uma melhor análise. Suponhamos que estivéssemos analisando uma atividade de apertar um parafuso, poderíamos listar os elementos:

 - Pegar a chave de fenda;
 - Pegar o parafuso;
 - Fixar o parafuso manualmente na bucha;
 - Posicionar a chave de fenda na cavidade de aperto do parafuso;
 - Com a chave de fenda, efetuar três voltas completas no parafuso, garantindo o bom aperto;
 - Colocar a chave de fenda no suporte;
 - Disponibilizar a peça para a próxima operação.

Nota: como recomendação particular, caso um elemento de trabalho tenha tempo inferior a 3 segundos, não o considerar um elemento isolado, agregá-lo ao elemento anterior ou posterior, o que for mais conveniente.

3° Cronometrar os tempos: ou seja, simplesmente coletar o tempo de cada elemento utilizando um cronômetro. Iniciar a medição quando o elemento for iniciado e pausar a medição (ou zerar, dependendo se for uma cronometragem corrida ou não corrida) quando o elemento for terminado.


4° Efetuar a cronoanálise: Nesse ponto é necessária toda a técnica e disciplina, onde serão calculados tempo médio, fatores de esforço, fadiga, tolerâncias, frequências e todos os outros fatores que devem ser levados em consideração. Saiba mais AQUI.

Exemplo de análise de observação e cálculo de fadiga.


5° Utilizar os principais parâmetros de racionalização industrial, tais como OEE, Produtividade, Eficiência e outros para se verificar o desempenho do processo. Essas serão componentes das principais bases para racionalização industrial e melhoria de processos.

6° Padronizar o método/ processo: Com base na análise de melhor resultado deveríamos padronizar o método e/ou processo. Esse ponto deve ser feito sempre com o auxilio de uma equipe multifuncional, pois muitas vezes uma padronização realizada por uma única pessoa acaba por não levar em consideração particularidades que podem ter passado despercebidas, tais como os fatores a se atribuir a cada tipo de pessoa analisada. O trabalho em equipe sempre tem uma média melhor.

7° Melhorar o método/ processo: Quem não mede, não gerencia e quem não gerencia não melhora. À partir do momento em que o método/ processo está padronizado, temos argumentos numéricos e gráficos para realizar as melhorias de processo para redução de custos e aumento de produtividade e eficiência.

Reitero que uma análise de tempos e métodos deve ser feita pelos melhores profissionais, os mais qualificados da organização, pois um método que for estipulado de forma incorreta pode trazer inúmeras complicações aos processos.

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segunda-feira, 4 de julho de 2016

A cronoanálise e os desafios da racionalização industrial no Brasil



De acordo com um levantamento da PWC em 189 países, o Brasil é um dos países que fazem parte do grupo dos que MAIS arrecadam impostos, seja de empresa, seja de pessoa física.
Focando este artigo na perda de competitividade das empresas brasileiras, podemos levantar um grupo de características que fazem parte de muitas empresas brasileiras que impulsionam a perda de competitividade, dos quais pretendo focar em dois
 1° - A relação desproporcional do imposto pago pela indústria e população para com o IDH;

 2° - A falta da cultura de racionalização industrial.
Nesta segunda característica, podemos atribuir fatores históricos como o Brasil (em sua raiz) ter nascido como terra de extrativismo e, com isso, acabar desenvolvendo políticas e cultura que não propõe/ encabeçam que o Brasil seja referência industrial. Comprovando essa hipótese, temos como fato a nossa exportação de commodities a um preço baixíssimo e importação de produto industrializado a preços elevados.
Onde quero chegar com esses dados: o Brasil está atrasado (décadas) em evolução da capacidade/competitividade industrial.
Desde a década de 90, houve uma intensa demanda da indústria nacional pelo sistema Lean Manufacturing (Produção Enxuta), onde empresários investiram fortunas para consultores que muitas vezes dominavam a técnica, mas devido à realidade externa à indústria (como fornecedores, por exemplo, pois se um dos seus fornecedores relevantes não se adaptar à sua demanda será motivo de transtorno dentro da fábrica) fracassaram na implantação de um sistema eficiente.
À essa ineficiência, atribuo fatores externos como mencionado, mas em sua maior parte fatores internos. Ora, o sistema Lean Manufacturing é um sistema de produção bastante simples, e nesse ponto, cito que a simplicidade é o último grau de sofisticação. Esse é um sistema que requer muita técnica, mas principalmente cultura. O Brasil vem engatinhando até mesmo para uma implantação eficaz da cultura 5S's.
Diferente do Japão, que foi dizimado por uma guerra e teve que aprender a trabalhar com recursos escassos, o Brasil não sofreu (ao menos diretamente) com essa intempérie, precisando desenvolver uma cultura racional de produzir com qualidade utilizando somente o que é necessário. Para parte da indústria, “vamos produzindo. Vamos empurrando com a barriga e sobrevivendo”.

Existe hoje uma luz nisso tudo. Uma grande demanda pela racionalização utilizando como ferramenta a Cronoanálise vem sendo sentida, o que é ótimo para a indústria nacional que deseja chegar a um nível de excelência/ referência em produção, servindo de base (muitas vezes) para a própria produção enxuta, implantada de uma forma plenamente sustentável.

A Cronoanálise tem sua origem fortemente atribuída aos trabalhos feitos por Frederick Taylor (1856-1915) e Frank Bunker Gilbreth (1885). O primeiro focou o estudo de tempos com a decomposição das operações em elementos e a avaliação do ritmo do operador. O segundo focou o estudo detalhado dos movimentos, criando tabelas com o nome de cada movimento, no intuito de otimizar a execução de uma operação exscolhendo-se os movimentos mais simples, de menor fadiga e com maior valor de trabalho agregado.

Frederick Taylor tinha como objetivo evitar conflitos entre interesses dos trabalhadores e da empr
esa e Frank Gilbreth em subtituir movimentos longos e cansativos por outros curtos e menos fatigantes.

O esforço destes 2 cientistas formou os fundamentos da Administração Científica, também conhecida como Cronoanálise, Tempos e Métodos ou mesmo Métodos e Processos.

A Gestão da Qualidade exige o diagnóstico efetivo de todos os processos da instituição de forma confiável e atualizada no tempo adequado para a tomada de decisões gerenciais. As atividades nos postos de trabalho precisam ser conhecidas, padronizadas e ter seu desempenho permanentemente mensurado no sentido de melhorar a produtividade.

A cronoanálise é uma ferramenta avançada da qualidade que permite o conhecimento detalhado das atividades evidenciando pontos passíveis de melhoria. Um dos pontos positivos deste método em relação a outros é a questão do treinamento, que permite ao analista industrial já está apto a aplicar o método com precisão, produzindo resultados imediatos.

A Cronoanálise usa a cronometragem como ferramenta e apura melhor a medição do tempo real para a indicação do tempo previsto, ou seja, com o tempo medido, devemos avaliar o ritmo do operador, avaliar estatísticamente o número de medições exigidas e o grau de confiabilidade, para obter um tempo puro.

Determinando o método mais rápido e eficiente para a execução de uma operação necessária a Cronoanálise na prática identifica e fornece melhorias permitindo a redução dos custos de manufatura de um produto.

É aplicada em qualquer setor onde haja a atividade humana. Outras finalidades:

- Aproveitar o tempo apurado para a coordenação e controle da produção
- Base para cálculo da remuneração variável
- Formar tabelas de tempos planejados
- Incluir observações sobre as condições ergonômicas do trabalho
- Indicar os potenciais de racionalização
- Determinação dos padrões de tempo para propriação da mão de obra, carga máquina e o balanceamento de linhas e de setores da produção
Desde a publicação dos trabalhos de Taylor e Gilbreth, muito se evoluiu no conhecimento e aplicação das técnicas de Tempos e Métodos. o inicío do século XX, o matemático francês "Bedaux", identificou que o ato de conhecer os tempos de fabricação deve obedecer as regras matemáticas para "Probabilidade de números aleatórios" e assim, adotar os rígidos procedimentos estatísticos. Tais procedimentos indicam, que ao pesquisar os tempos medidos, esses devem ser configurados no Universo Verdade através da Avaliação do Rítmo com que foi realizado o tempo medido.

E só assim, a média poderá ser obtida e considerada verdade, desprezando-se os erros. O tempo corrigido pelo Rítmo passou a ser conhecido como Tempo Normal, ou seja, "O Tempo requerido para que uma pessoa Normal e em condições Normais de trabalho, realize uma tarefa, tendo o Nível de Confiabilidade igual à 95% e com Erro Relativo de mais ou menos 5%. Ou seja, O Tempo Padrão obtido através do procedimento cientifico indicado por Bedaux, pode no máximo, dizer o seguinte:O Tempo Padrão tem 95% de possibilidade de estar correto, desde que, seja aceitavél a distorção para mais ou para menos de 5%.Bem como, Rítmo e Velocidade são coisas diferentes, Velocidade é a relação do espaço pelo tempo e Rítmo é o produto da Habilidade pelo Esforço.




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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Já conhece nosso curso de cronoanálise online?

Descritivo
Treinamento de formação de especialistas em cronoanálise focados em melhoria de processos e racionalização industrial. O treinamento fornece as ferramentas necessárias para a racionalização industrial utilizando as mais renomadas técnicas de análise de tempos e métodos. Foco no aumento da produtividade e eficiência dos processos, reduzindo custos. Aprenda as técnicas de avaliação de processos de produção para melhoria de resultados.
O aluno receberá material para estudo e após as atividades offline e online receberá certificado assinado pelo especialista.
Material
 - Apostila em PDF;
 - Aula ao vivo ou em vídeo;
 - Certificado de Conclusão.
 
Conteúdo
 - ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
 - RACIONALIZAÇÃO INDUSTRIAL
 - ESTUDO DE TEMPOS
 - CONVERSÃO DE UNIDADES DE TEMPO
 - O IMPACTO DO MÉTODO RESULTADOS NOS PROCESSOS
 - CRONOMETRAGEM
 - CRONOANÁLISE
 - ELEMENTOS DE TRABALHO
 - MICRO-MOVIMENTOS
 - PADRÕES DE TRABALHO
 - CÉLULAS DE TRABALHO
 - CONSIDERAÇÕES DE HABILIDADE, ESFORÇO, FADIGA E
DEMAIS TOLERÂNCIAS
 - CAPACIDADE PRODUTIVA
 - PRODUÇÃO, PRODUTIVIDADE, EFICIÊNCIA E EFICÁCIA
 - DETERMINAÇÃO DE PERDAS EM MÃO DE OBRA
 - CARGA-MÁQUINA
 - CARGA DE MÃO DE OBRA
 - FATOR DE OPERAÇÃO
 - PRINCÍPIOS DA MELHORIA DE PROCESSOS
 - NOÇÕES DE CUSTOS DE PROCESSOS
 - LINHA
 - MÁQUINA DEDICADA
 - MÁQUINA COMPARTILHADA
 - BALANCEAMENTO DE LINHAS
 - INTRODUÇÃO À PRODUÇÃO ENXUTA
   E muito mais...
 
Após concluído o método de estudo, você pode agendar 2 horas (consecutivas) para treinamento online e esclarecimento de dúvidas online com um Especialista certificado, o que torna o treinamento muito mais vivo, diferenciado e PERSONALIZADO. Após a realização das atividades, é emitido o certificado assinado pelo Especialista responsável.
Carga offline: 8 horas
Carga online: 2 horas












quinta-feira, 23 de junho de 2016

Cronômetro - Como utilizar


Conheça nosso curso de cronoanálise em https://www.austenitect.com/cronoanalise

Instrumento utilizado em diversas medições precisas de tempo, seja em esportes, culinária, laboratórios e indústrias.


Cronômetro analógico sexagesimal:

Escala com 60 divisões e cada uma representa um Segundo. Cada volta completa do ponteiro representa 1 minuto. É o modelo que mais se assemelha a um relógio.
Botão 1 (preto) – start/ stop: início e pausa de uma medição de tempo.
Botão 2 (vermelho) – zera a marcação




Cronômetro analógico centesimal:

Escala com 100 divisões e cada uma representa um centésimo de minuto. Cada volta completa do ponteiro representa 1 minuto. Em geral, possuem sistema ratrapante (ponteiro vermelho) que, quando acionado o botão para pausar a medição, o ponteiro vermelho para naquele instante e o ponteiro preto continua marcando o tempo.

Cronômetro digital:

Possui as mesmas funções, variando somente o modo de demonstração do tempo marcado. Geralmente, é possível trocar o mostrador sexagesimal para centesimal e vice-versa. É bem mais barato que um cronômetro analógico.