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segunda-feira, 29 de abril de 2019
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quinta-feira, 7 de março de 2019
Como falhas de comunicação podem prejudicar o resultado de um processo
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O video abaixo nos demonstra claramente o que acontece na transmissão de uma mensagem. De uma pessoa para outra, uma informação se perde, se altera e/ ou não é transmitida adequadamente.
Isso ocorre na sua empresa?
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1. Escolha um canal para a comunicação interna
Muitas vezes apostar em diversos canais para se comunicar com o público interno pode ter efeitos contrários aos desejados. De acordo com o comportamento e preferência dos colaboradores, alguns meios têm bastante eficácia — e outros nem tanto. Isso pode gerar um atraso no repasse de informações.
Faça uma pesquisa interna e descubra em qual canal os seus colaboradores internos interagem melhor. Existem opções tanto online quanto offline, ou seja, você terá opção de escolher aquela que mais se adapta à sua realidade.
Uma maneira de fortalecer a comunicação dentro da empresa é estabelecer uma rede social corporativa interna para que os funcionários possam conversar. Além disso, é importante facilitar a troca de dados em um canal com o qual todos estejam familiarizados (como as plataformas digitais), para evitar que alguém não seja integrado.
2. Promova a integração entre os setores
Estabelecer um canal de comunicação não basta, é preciso evitar que grupos restritos sejam formados. Eles podem criar a sua própria maneira de se informar, o que gera desarmonia com os outros colaboradores.
Logo, é fundamental prezar por uma integração entre os setores. Se possível, promova reuniões onde representantes de cada área estejam presentes e faça os repasses importantes. Depois, é necessário que esse líder de área realize uma reunião com os seus subordinados e esclareça todos os pontos em conjunto.
3. Dê espaço aos seus funcionários
Um dos maiores problemas da comunicação interna é quando ela funciona apenas para coordenadores, gestores e chefes de área. Se ela é unilateral, não será eficaz. É preciso lembrar que todos os funcionários são parte essencial da constituição da empresa. Logo, é fundamental saber ouvi-los para evitar falhas, fofocas e também desentendimentos.
Dê espaço para que eles se expressem, pergunte a eles o que pode ser melhorado e quais são as falhas que enxergam na comunicação da empresa. Não se esqueça de valorizar esse ponto, pois além de motivá-los e engajá-los, evitará mensagens distorcidas ou incompletas.
4. Use uma linguagem compreensível
Clareza na hora de passar uma mensagem é fundamental, certo? Por isso, adote uma linguagem que todos os colaboradores da empresa entendam, dos especialistas aos aprendizes. Isso mostra a preocupação da empresa com os funcionários.
Aliás, essa postura evita ruídos, desavenças entre equipes e também desentendimentos sobre a mensagem. Ou seja, todos saberão ao mesmo tempo o que está acontecendo e de maneira padronizada.
Uma falha na comunicação interna pode trazer vários problemas para a empresa, como já mencionamos, além de criar divisões entre os próprios funcionários. Por isso, é fundamental entender a melhor maneira de falar com os seus colaboradores e colocar isso em prática.
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sábado, 5 de janeiro de 2019
Métodos científicos - Parte 1
Os métodos científicos são métodos adotados para, de forma probatória, tomar por verdade ou inverdade um evento. Segundo
Lehfeld, “O método não é único e nem sempre o mesmo
para o estudo deste ou daquele objeto e / ou para este ou aquele quadro da
ciência, uma vez que reflete as condições históricas do momento em que o
conhecimento é construído. Somente à base desta reflexão o pesquisador
conseguirá compreender o plano histórico e dinâmico do conhecimento
científico.”
Nesse aspecto, nota-se a relevância da
época e o não-dogmatismo do método, pois este tem forte influência do cotidiano
e de fatores que impactam nele.
Na formalidade da palavra, método é:
1. procedimento, técnica ou meio de fazer alguma coisa.
2. processo organizado, lógico e sistemático de pesquisa, instrução,
investigação, apresentação etc.
Baseando-se nas afirmações, o método científico vem a ser o
método adotado para buscar comprovação, buscar verdade e se demonstrar, de modo
infalível, que aquilo – objeto de estudo – é verdadeiro.
Até hoje a teoria da relatividade – adotada por verdadeira –
é testada em condições extremas do universo, em observações astronômicas e eventos
quânticos. É adotada por verdadeira pois não falhou. Uma única vez, isso mesmo,
uma única vez em que falhar, em que se provar que de algum modo a relatividade
não funcionou fará com que toda a teoria caia por terra e seja adotada como
falsa.
O método científico consiste nos seguintes passos:
- Observação de um
fato ou evento;
- Formulação de um
problema;
- Proposta de uma
hipótese;
- Realização de
pesquisa e testes para validação da hipótese.
Dentre os métodos classificados como científicos, vamos
abordar alguns:
Método indutivo
Proposto pelos empiristas Hobbes, Hume, Locke e Bacon, o
método indutivo é aquele que parte de observações de fatos particulares para
conclusões gerais. É um método que não leva em conta os princípios
estabelecidos.
Nesse método, busca-se correlações entre os eventos para
conclusões partindo-se de premissas verdadeiras, mas que podem levar a um
fechamento falso, portanto, deve ser realizado com bastante observação e
coerência.
Vejamos:
- Luiz toma suco;
- Felipe toma suco;
- Robson toma suco;
- Luiz, Felipe e
Robson são homens;
- Logo, homens tomam
suco.
Um teste bastante utilizado para conclusões no método
indutivo e realizado com bastante critério é o chi-square (qui-quadrado).
Método dedutivo
Diferentemente do método indutivo, o método dedutivo parte da observação de
princípios gerais para se chegar a conclusões particulares. É o método proposto
por René Descartes – qual sugiro a leitura do livro “O discurso do método” – e
também por outros dedutivistas, tais como Spinoza.
- Todas as plantas
realizam fotossíntese;
- Fungos não realizam
fotossíntese;
- Logo, fungos não
são plantas.
René Descartes. 1596 - 1650
Método dialético
Utilizado não somente no campo das ciências exatas, o método
dialético é também bastante usado em questões filosóficas, onde tenta-se contestar uma realidade
proposta, dando ênfase em tudo que a contrapõe.
Para toda tese, existe uma anti-tese – ou antítese – e,
esta, quando contraposta, forma uma síntese.
Citada por Santos (2011),
“trata a conciliação dos contrários nas coisas e no espírito”.
Método fenomenológico
Este, valoriza sobretudo, a interpretação do mundo, o qual
surge da consciência do homem. Não é uma abordagem positivista, pois, o
pesquisador deixa de estar na imparcialidade de um observador neutro e se
coloca como um participante, um ator daquele evento.
É um método bastante contestado por diversos autores,
principalmente pela abordagem não parcial que há.
Método histórico
Específico de ciências sociais, visa investigar efeitos
sentidos na atualidade até sua causa, no passado.
Citando de modo inverso, Andrade (2003), coloca que “consiste
em investigar os acontecimentos, processos e instituições do passado para
verificar sua influência na sociedade de hoje”.
#Modelocientifico, #etapasdemetodocientifico, #metodocientifico
Palavras chaves
Métodos científicos pdf, métodos científicos resumo, métodos científicos tipos, métodos científicos etapas
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
Velocidade e Qualidade são inimigas?
Na demanda por otimização de processos, nos vem à mente o aumento da velocidade dos processos para consequente redução de lead time, mas será que são gradezas inversamente proporcionais - Qualidade e Velocidade?
Vejamos primeiramente o conceito de Qualidade extraido da norma ISO 9000:2015 - "Qualidade é o grau no qual as características do produto ou serviço atendem os requisitos do cliente."
Vejamos ainda o que diz Michael L. George sobre essa preocupação com o aumento da velocidade - "A preocupação natural é que o foco do Lean Manufacturing em velocidade prejudique a qualidade. No entanto isso não acontece. Por quê? Porque as práticas do lean reduzem o tempo por meio de redução das atividades que não agregam valor, da eliminação de filas, da redução do tempo gasto entre atividades que agregam valor e assim por diante. As etapas-chaves valorizadas pelos clientes geralmente NÃO são foco das ferramentas lean. A aplicação das ferramentas Seis Sigma às atividades que agregam valor pode ajudar a reduzir defeitos, o que por sua vez, pode ajudar a aumentar a velocidade dessas atividades. Mas como etapas que agregam valor representam, tipicamente, menos de 10% do tempo de processamento, a aceleração dessas etapas, antes da eliminação das atividades que não agregam valor, exerce, relativamente, pouco impacto"
Em outros termos, o Lean Manufacturing foca a redução dos desperdícios, enquanto as ferramentas seis sigma, focam no aumento da qualidade e estabilidade, logo, o casamento Lean+seis sigma é muito bem visto e adotado largamente como ferramente de impulsionamento de empresas. De modo controlado, é possível realizar teste de velocidade em cada processo versus a qualidade planejada.
Mas o que é que agrega valor?
Segundo a autora Cristina Werkema, uma atividade que agrega valor possui as seguintes características:
- O cliente está disposto a pagar por ela;
- A tarefa acrescenta alguma função e/ou altera as características do produto;
- É realizada corretamente da primeira vez;
- A empresa ganha vantagem competitiva porque executa a atividade;
Veja nesse vídeo as principais perdas em produção industrial.
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Velocidade com qualidade
terça-feira, 16 de outubro de 2018
O teste qui quadrado (chi-square) no Minitab - Caso prático
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Na maior parte das vezes, quando se fala em indústria, apenas olhar para os dados e "sentir" que um é melhor, pior ou igual ao outro não basta. É necessário comprovação e, para tanto, estatística é o caminho mais aceito.
São exemplos de variáveis discretas:
- Número de pessoas com determinada cor de olhos;
- Número de pessoas com salário até R$1500,00;
- Número de interrupções de processo ocorridas em um turno.
Ou seja, a variável discreta é aquela onde o resultado - via de regra - é um número inteiro.
Vejamos um levantamento realizado:
O gerente de qualidade da empresa em questão está investigando a baixa satisfação dos clientes, onde as principais alegações são "O pedido vem completo, mas a qualidade é péssima" e "Além do pedido chegar incompleto, a qualidade não está me atendendo".
De forma não tendenciosa ou viciada, buscou no ERP da empresa dados de 30 pedidos que foram feitos abaixo de 1 tonelada e 30 pedidos acima de 1 tonelada, pois suspeita com base em dados locais que quando o pedido é menor, os parâmetros do forno não são seguidos adequadamente para "ganhar tempo" de processo. Ora, se não houver correlação, os números deveriam ser aproximadamente iguais, seja para pedidos com menos de 1 tonelada, seja para pedidos com mais de 1 tonelada.
Veja também: Exemplo de projeto Lean Six Sigma
Veja também: Exemplo de projeto Lean Six Sigma
Os dados levantados foram (são 60 dados, então, abaixo está de forma reduzida):
Organizando de forma tabulada, obteve:
Somente verificando essa tabulação, é possível crer que os pedidos com até 1 tonelada tem uma certa diferença nos resultados quanto aos pedidos com mais de 1 tonelada. No entanto, quando se trabalha com Lean Seis Sigma, é necessário comprovar com fatos e dados, para tanto, utilizaremos o P-Valor como regra de decisão - se for menor que 0,05 (pois estou utilizando uma significância de 95%), é porque, efetivamente, uma das causas tem associação com o(s) efeito(s). Passemos ao Minitab.
Os dados foram plotados do Excel para o worksheet do Minitab na seguinte distribuição.
Para realizar o teste, clique em Stat, Table e Chi-square test for association:
Na sequência, deixe a causa em rows (linhas) e os efeitos em columns (colunas). Clique em Ok:
Na session, teremos os resultados do teste. Nesse caso, com um P-Valor igual a zero (menor que 0,05), comprova-se que uma causa tem associação com os efeitos negativos e tem resultados significativamente diferentes da outra causa. Comprova-se que os pedidos com até 1 tonelada, nesse caso, tem impacto significativo no resultado "satisfação do cliente".
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segunda-feira, 25 de junho de 2018
Exemplo de projeto Lean Six Sigma - Apresentação em Power Point
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Muitos alunos e leitores do blog estão procurando e solicitando exemplo de projetos Green Belt / Black Belt para poder conduzir um projeto lean six sigma em suas respectivas empresas.Veja também: Métricas Lean e Métricas Six Sigma
Visto tal necessidade, compartilho aqui com os leitores cada etapa de um projeto lean six sigma e as apresentações em Power Point.
1° Fase de DEFINIÇÃO
2° Fase de MEDIÇÃO
3° Fase de ANÁLISE
4° Fase de MELHORIA
5° Fase de CONTROLE
Palavras chaves
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Exemplo de projeto Lean Six Sigma - Fase de Controle
Neste link você pode baixar um exemplo de projeto DMAIC na fase de Controle.
Veja também: Metricas Lean Six Sigma
Exemplo de projeto Lean Six Sigma - Fase de Melhoria
Neste link você pode baixar um exemplo de projeto Lean Six Sigma na fase de melhoria.
Veja também: Método DMAIC - Fase de Controle
Exemplo de projeto Lean Six Sigma - Fase de ANÁLISE
Neste link você pode baixar um exemplo de projeto lean six sigma na fase de ANÁLISE.
Veja também: fase de MELHORIA do método DMAIC.
Exemplo de projeto Lean Six Sigma - Fase de MEDIÇÃO
Neste link você pode baixar um modelo de projeto lean six sigma na parte de MEDIÇÃO.
Veja também: Fase de ANÁLISE
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modelo de projeto,
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